Política não é defesa de família — é projeto de país: Quando interesses pessoais sequestram o debate político. Para vencer 2026, não basta sobrenome: é preciso falar com o eleitor

Todos sabemos que política, em sua essência, não é herança familiar — é projeto de país.

O estágio atual do bolsonarismo é, paradoxalmente, a maior confirmação dessa verdade.

As dificuldades políticas, jurídicas e estratégicas enfrentadas hoje por seus principais expoentes mostram que a política não se sustenta na defesa de interesses pessoais, sobretudo em um país profundamente desigual e complexo como o Brasil. 

Liderança nacional exige mais do que lealdade privada: exige visão pública.

Persistir na mesma narrativa, insistindo em transformar dramas familiares em plataforma política, é ignorar um dado elementar da democracia:

sem projeto nacional consistente, não há candidatura competitiva — inclusive diante do atual governo de Lula.

Quem pretende disputar 2026 precisa dialogar com o eleitor, apresentar soluções concretas para emprego, renda, segurança e futuro — não falar apenas para a própria família ou para um círculo fechado de apoiadores, nem viver à sombra de Jair Bolsonaro.

Para compreender melhor esse ponto e o momento político que atravessamos, assista ao vídeo abaixo:

Se Flávio Bolsonaro realmente deseja se apresentar como um candidato competitivo contra Lula em 2026, precisa entender algo básico:

política se faz olhando para o eleitor — não para o espelho da família.

Um projeto presidencial exige agenda pública, visão de país e alianças amplas. Não se constrói liderança nacional tentando transformar as dificuldades jurídicas e políticas de Jair Bolsonaro em eixo central do debate.

Problemas pessoais pertencem ao âmbito privado, não ao projeto de governo.

Quem quer herdar dividendos políticos precisa falar de emprego, renda, segurança, inflação, serviços públicos e futuro — não insistir em disputas defensivas, narrativas familiares ou ressentimentos permanentes.

A direita brasileira continua cometendo o mesmo erro:

confunde lealdade pessoal com estratégia política.

Enquanto isso o fardo do eleitor! 

📌 O eleitor cansou da lenga-lenga.

Cansou de ver projetos nacionais reduzidos a dramas individuais.

Cansou de política feita para proteger sobrenomes, não para resolver problemas.

A pergunta que fica é simples — e incômoda:

quando esses políticos vão aprender a fazer política de verdade? 

😨 Pelo visto, é o resultado das urnas nas eleições de 2026 que responderão! 








Vídeo disponível e extraído do Google 


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