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SEGURANÇA OU INFLUÊNCIA? O VERDADEIRO JOGO DE TRUMP NA AMÉRICA LATINA E NO BRASIL

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SEGURANÇA OU INFLUÊNCIA? O VERDADEIRO JOGO DE TRUMP NA AMÉRICA LATINA E NO BRASIL   Em artigo publicado no  The Guardian , o jornalista Steve Bloomfield apresenta uma reflexão importante sobre a atual disputa política brasileira e o avanço da direita na América Latina:  a interferência de Donald Trump pode favorecer forças políticas alinhadas à direita, mas o fator que mobiliza grande parte dos eleitores continua sendo a insegurança pública e o avanço do crime organizado. ( https://www.theguardian.com/commentisfree/2026/oct/04/donald-trump-western-hemisphere-brazil-elections-lula-bolsonaro ) É uma análise que merece ser ampliada. Porque, se a insegurança pública é apresentada como uma das principais razões para a intervenção ou pressão norte-americana sobre países latino-americanos, há uma pergunta inevitável:  por que esse argumento passou a ocupar tamanho espaço na política externa de Washington justamente agora? Venezuela, Colômbia, México e Brasil são países dife...

E SE UMA ELEIÇÃO FOR CONTAMINADA DE FORA? O TSE PODE ANULAR O RESULTADO?

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E SE TENTAREM ROUBAR UMA ELEIÇÃO SEM TOCAR EM UMA ÚNICA URNA? Se uma operação estrangeira ilegal conseguir interferir gravemente na vontade do eleitor brasileiro, o resultado pode estar acima de qualquer suspeita? Imagine a seguinte situação: A eleição termina. As urnas são apuradas. O resultado é proclamado. Dias, semanas ou meses depois, surgem provas de que uma estrutura estrangeira organizada interferiu ilegalmente na eleição brasileira . Não necessariamente invadindo urnas. Não necessariamente alterando um único voto. Mas utilizando dinheiro, tecnologia, inteligência artificial, redes sociais, desinformação, estruturas empresariais ou operações coordenadas para influenciar a formação da vontade do eleitor. A pergunta inevitável seria: UMA ELEIÇÃO CONTAMINADA POR UMA INTERFERÊNCIA EXTERNA ILEGAL PODE CONTINUAR SENDO CONSIDERADA LEGÍTIMA? A resposta jurídica não é simplesmente “sim” ou “não”. E é exatamente aí que começa uma discussão que pode ser decisiva para qualquer d...