A Polícia Federal frustrou um plano de fuga digno de filme — e Bolsonaro era o protagonista. Quer descobrir como essa operação evitou um desastre anunciado?
Em 2022 os acampamentos montados em frente ao Quartel-General do Exército, com palco, tendas, banheiros químicos, alimentação e toda uma infraestrutura custeada por financiadores, tiveram um objetivo inequívoco: pressionar as Forças Armadas a agir politicamente, mobilizando milhares de pessoas que sequer compreendiam plenamente o viés ideológico pelo qual eram convocadas.
Esse movimento culminou nos atos de 8 de Janeiro de 2023, com invasões, vandalismo e destruição de patrimônio público.
O resultado desse episódio foi devastador para muitas famílias: gente simples, instigada por discursos políticos irresponsáveis, acabou presa, desempregada ou endividada com honorários advocatícios — enquanto determinados articuladores políticos colheram ganhos narrativos e eleitorais às custas do sofrimento alheio.
E, justamente por ter rendido dividendos políticos no passado, alguns voltaram a repetir velhas articulações, ignorando os prejuízos humanos que ainda perduram.
Diante desse histórico e dos indícios de nova movimentação envolvendo Jair Bolsonaro — incluindo risco de fuga e mobilização de apoiadores — a Polícia Federal atuou preventivamente.
O pedido de prisão preventiva, atendido pelo ministro Alexandre de Moraes, buscou evitar que novas vidas inocentes fossem colocadas em risco em caso de confronto para impedir uma fuga anunciada. O objetivo foi preservar cidadãos de danos físicos, morais e materiais que novamente recairiam sobre quem menos tem culpa.
Alguns articuladores políticos, ignorando que ainda há famílias traumatizadas e arcando com prejuízos por causa daqueles eventos, voltam a montar novas estratégias como se nada tivesse acontecido.
Porque Bolsonaro foi preso preventivamente?
A DECISÃO DE 22/11 — O QUE O STF APONTOU
A decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a prisão preventiva de Jair Bolsonaro em 22/11, se apoia em quatro fundamentos centrais:
- 1️⃣ Indícios de violação da tornozeleira eletrônica
O relatório técnico aponta um episódio às 00h08 que indica tentativa de manipulação do equipamento, o que, para o STF, caracteriza risco de fuga e quebra das medidas anteriores.
- 2️⃣ Mobilização atípica de apoiadores
A “vigília” convocada na porta da casa do ex-presidente foi interpretada como possível tentativa de criar tumulto que pudesse dificultar o cumprimento de ordens judiciais.
- 3️⃣ Reiteração de condutas contrárias ao cumprimento das decisões judiciais
A decisão cita episódios anteriores em que Bolsonaro teria ignorado ou tensionado medidas impostas pelo Supremo.
- 4️⃣ Risco concreto à aplicação da lei penal
O conjunto dos fatos — especialmente a suposta tentativa de violar a tornozeleira — foi considerado suficiente para justificar a prisão preventiva.
Ora, convocar “vigília” de apoiadores mostrando ao fundo até local disponível para novo acampamento é “figurinha repetida”.
Assista o vídeo do Senador convocando os apoiadores:
A convocação de uma nova “vigília” de apoiadores — inclusive com indicação velada de espaço para outro acampamento — repete exatamente o mesmo roteiro que antecedeu o 8 de Janeiro.
Soma-se a isso a enxurrada recente de pedidos de visita, requerimentos para receber 16 pessoas em prisão domiciliar.
Veja abaixo parte desses requerimentos de “futuras visitas” protocolados pela defesa de Bolsonaro:
Diante desses sinais claros de rearticulação e possível mobilização de massa, a Polícia Federal teve de agir de forma preventiva, justamente para impedir que os erros do passado se repetissem e evitar riscos à ordem pública e à segurança de cidadãos inocentes.
Parabéns aos eficientes e excelentes profissionais da nossa Policia Federal. Nós cidadãos agradecemos!
Imagens disponíveis e retiradas do Google
Sites e links de pesquisas




Dá engulhos ouvir este crápula apelando para a religião: "quando os ímpios sobem ao poder" sendo que o pior presidente que tivemos foi o pai dele"!
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